Notebook, I-pad ou Booker?

É, o i-pad está aí, bem, ainda não foi lançado oficialmente no Brasil, mas já tem causado muito furor, exatamente por utilizar a ideia de computador em um formato tão inovador que é o tablete PC, não que o tablete seja inovador, mas a forma que está sendo utilizado agora, na proposta da Apple. Apesar de não ter sido a precursora do tablete PC, é a Apple quem o está inconfudivelmente tornando popular.

Temos o tablete pré e pós i-pad, anteriormente ao i-pad o tablete era apenas conhecido por ter a função de servir como uma mesa de desenho onde se usavam canetas stylus especias para desenhar-se e o que era desenhando transmitido para a tela do PC, usado apenas para o pessoal que trabalhava com design gráfico, porém inovando totalmente, Midas, remodelou a ideia do que seria um tablete, desde de 1964, lançando o i-pad, que agora tornou-se um booker- creio ser este o nome mais razoável para dar a esse novo gadget que transita entre o smartphone, que está cada vez mais smart superando o PDA, e o notebook, com umas pitadas de Kindle.




Porém se você pensa que este formato será apenas mais um gadget que veio pra complementar como Patrick Lo, ou ainda, como John C. Dvorak que acredita que ele não vá muito longe, está muito enganado, o que temos aqui é uma tecnologia de transição e o notebook será sim substituído pelo formato hibrido do booker.

Quando digo que substituíra, o digo pela facilidade, além de ser muito mais leve, o i-pad mostrou que pode-se ter um tecnologia de ponta em um tamanho reduzido sem perder a multifunção do processador e com belíssimos gráficos. Minha aposta não está na Apple dominar o formato do booker, mas sim de que com seu pontapé as demais empresas irão melhorar o i-prot [prototype] que ela popularizou.

Exemplificando, teremos um booker que permita utilizar pesados programas de edição de imagem como o Adobe Potoshop e, escrever manualmente, principalmente usá-lo para a função em que o tablete gráfio foi criado, fazer desenhos. Imagine como será fantástico fazer a edição de uma foto apenas com as mãos, ou criar aquela ilustração com um lápis especial pra isso, sem todo aquele trabalho de usar o mouse.

A sacada de Midas foi muito boa, por unir o útil a mobilidade, quem hoje em dia consegue sair de casa sem ter o minimo de tecnologia que lhes acompanhe? Seu celular fica ligado 24h por dia? Então seja bem-vindo a turma digital, galera 2.0!

É cada vez maior, e menos esporádico, é o numero de pessoas que se conectam ao mundo web, exatamente pela mobilidade que ultimamente tem-se apresentado. Um gadget que te permita ler seu jornal, sua revista Info, jornal favorito, de quebra ainda te mantem online com seus contatos, conversa em tempo real com o Twitter, compartilhamente instantâneo de fotos usando o Flickr, com fotos tiradas da câmera do booker, enfim, um mundo de tecnologia na ponto de seus dedos.

Apesar de uma proposta muito mais inovadora da empresa alemã Orkin Desing, com o protótipo, esse sim ao pé da letra, Rolltop - notebook com display flexível enrolável ou cilíndrico de OLED, tela multi touch de 13pol. ou quando transformado em tablete gráfico, acionado com uma caneta-estilete, fica com 17pol., podendo ainda funcionar como monitor principal de vídeo, que pesa tanto quanto um mini-notebook, seus periféricos, conectores, fonte de alimentação e alça ficam integrados no cilindro central destacável, onde ele se enrola - não acredito que toda esta inovação vá conquistar as pessoas, apesar de bem futurista, a ideia acaba por ser surrealista de mais.




Tudo começou com o Amazon que enxergou o potencial do e-book, lançando assim o Kindle, que durante anos reinou sobre todos os demais gadgets, porém a Apple foi mais longe e transformou o conceito de e-book, que antes não passava de uma simples tela de LCD que exibia simples caracteres, para algo muito maior que o Tablete RAND poderia ter sonhado chegar.

Quem além de andar com algo high-tech também não tem ao menos um livro ou revista a tira-colo, exatamente aí que está a ideia tão criativa do i-pad, ele não lança mais um gadegt, mas transforma aquela velha revista de papel em algo tão conceituado. A idéia do booker tende a pegar exatamente por ser a melhor transição do papel - que já não tinha evolução desde sua criação em 105 d.C - e não por se criar mais uma tralha como os vários gadgets hoje o são, "mas peraí existem os mini-notebooks!" você vai em dizer, sim existem, mas eles são horríveis para escrever. Os notebooks estão cada vez mais leves e com mais touch o que aponta não na permanecia do notebook como o conhecemos, mas sim para a transição do que hoje chamamos de i-pad.

Com informações de:
O Globo
Tablete Gráfico




Ósculos e amplexes,

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