Ode à você – Como te vejo e como és



Teus olhos sóis, brilham no esplendor dia de veraneio,
Com ardor aquecem derretendo qualquer glácico coração.
Teu sorriso, vinho doce e suave inibiria o meu.
Tua pele, canela, incendia meu olfato despertando meu paladar.
A presença que possuis, fulgurante, evoca o que há de melhor em mim.
Tua simplicidade e meiguice tornam-a ainda mais indescritível.
Assim é você, tesouro, que ao longe se percebe imenso valor.
Miragem que perto vê-se real, chamas que consomem este ser.
Quem lê assim pode inquirir que de uma musa estou a falar,
Mas conhecendo-te de perto vêem que falo apenas do que posso ver...

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